epbr
  • Newsletter
    • Comece seu Dia
    • Diálogos da Transição
  • Política energética
  • Mercado de gás
  • Transição energética
    • Diálogos da Transição
  • Mercados
    • Petróleo e gás
    • Combustíveis
    • Setor elétrico
    • Biocombustíveis
  • Últimas
  • Lives
Sem resultados
Veja todos os resultados
epbr
  • Newsletter
    • Comece seu Dia
    • Diálogos da Transição
  • Política energética
  • Mercado de gás
  • Transição energética
    • Diálogos da Transição
  • Mercados
    • Petróleo e gás
    • Combustíveis
    • Setor elétrico
    • Biocombustíveis
  • Últimas
  • Lives
Sem resultados
Veja todos os resultados
epbr
Sem resultados
Veja todos os resultados

Como a eleição de Pernambuco mudou o xadrez da sucessão no Ministério de Minas e Energia

Guilherme Serodio
6 de abril de 2018 - Atualizado em 27 de fevereiro de 2019
Em Eleições 2018, Política energética
A A
Fernando Coelho Filho, exonerado nesta sexta-feira do cargo de ministro de Minas e Energia, na sua última reunião com secretários. Foto: Saulo Cruz/MME

A decisão do ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Coelho Filho, de se desfiliar do MDB e migrar para outra legenda – provavelmente o DEM – reduziu a quase zero as chances do secretário-executivo do MME, Paulo Pedrosa, sucedê-lo na pasta. Com a mudança, Pedrosa acertou sua saída do MME. Quem também já pediu demissão foi o presidente da EPE, Luiz Barroso. Nesta sexta-feira, Coelho Filho e o presidente de Itaipu Binacional, Luiz Vianna, foram exonerados do cargo.

A sucessão no MME segue indefinida. Tende a ser resolvida no fim de semana e a posse do novo ministro acontecer na próxima terça-feira (10/4). 

Nos últimos meses, a principal previsão para a sucessão ministerial marcada para este fim de semana, no fim da janela de mudança partidária, era que o presidente Michel Temer deixaria o MME a cargo de um indicado de Coelho Filho para dar seguimento às políticas adotadas pela sua gestão sem surpresas ao setor e, não menos importante, manter inalterado o equilíbrio de forças dentro do Congresso nos últimos meses do governo. Essa tem sido a linha mestra nas trocas de ministros em toda a esplanada este ano.

O nome mais apontado em especulações era o de Pedrosa, que disputava a vaga com os secretários de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis, Márcio Félix, e Energia Elétrica, Fábio Alves. Qualquer um dos três nomes agradava o setor e manteria a harmonia com Coelho Filho, cuja migração para o MDB estava agendada há meses. Coelho Filho chegou a se filiar ao MDB em cerimônia em Brasília em 21 de março. Mas uma reviravolta na política pernambucana, no entanto, jogou água em seus planos.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=edBZ6x4RZSo]

O ministro negociou sua mudança para o partido com a presidência nacional do MDB, diretamente com o senador Romero Jucá, que estava desalojando da direção pernambucana da legenda o grupo político do dissidente Jarbas Vasconcellos. Jarbas recorreu à Justiça e já ganhou três liminares contra a decisão do MDB nacional.

MDB pernambucano deve ficar sem os grupos dos Bezerra Coelho e de Jarbas Vasconcelos

Ocorre que com a proximidade do fim da janela partidária – que obriga políticos com mandato de deputado estadual e federal a definir até amanhã (7/4) seu futuro – e a instabilidade da decisão judicial por liminar, ambos os grupos políticos definiram sua saída do MDB pernambucano. De olho na eleição de outubro e sem grande simpatia recíproca, ninguém pretende pagar para ver quem ganha o cabo de guerra.

Jarbas Vasconcelos deve sair do MDB e, segundo a revista Veja, abrigar-se em uma legenda que lhe permita concorrer ao Senado em outubro e apoiar o governador Paulo Câmara (PSB) à reeleição.

No outro extremo, Coelho Filho voltou a negociar com o DEM sua migração para a legenda. Sua mudança é dada como certa entre ex-correligionários e aliados do ministro que deixaram com ele o PSB e migraram para o DEM em meados do ano passado, quando o partido migrou da base de Temer para a oposição. O objetivo do ministro e de seu pai, o senador Fernando Bezerra Coelho, é criar uma chapa capaz de disputar o governo do estado contra Câmara, seu ex-aliado e líder do PSB em Pernambuco.

Governo cogita nomes do MDB para sucessão

Embora o tempo seja curto, as negociações de Coelho Filho permanecem abertas em busca da melhor proposta. Ele e seu pai querem ter destaque em uma possível chapa contra Câmara. Mas enquanto trabalha contra o tempo para se abrigar em uma legenda até sábado, Coelho Filho desagradou a direção nacional do MDB. O partido acreditava na sua permanência na legenda e agora cogita nomear o ministro Moreira Franco, fiel aliado de Temer, na pasta de Minas e Energia, mantendo o importante ministério em casa.

Privatização da Eletrobras 

Outra possibilidade é tentar aplacar a dissidência do MDB mineiro nomeando para a pasta o deputado Saraiva Felipe (MDB/MG). Sua nomeação, contudo, traria dúvidas quanto à possibilidade do plano de privatização da Eletrobras seguir a diante. Próximo do senador tucano Aécio Neves (PSDB/MG), Saraiva poderia se opor à privatização de Furnas seguindo a linha da bancada mineira do seu partido que em setembro aprovou uma moção contra a privatização da estatal mineira.


(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});

Tudo sobre: Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)EletrobrasEnergiaFernando Coelho FilhoMárcio FelixMichel TemerMinistério de Minas e Energia (MME)Moreira FrancoPaulo Pedrosa

Mais da epbr

Governo reduz amarras para exportação de lítio, de olho em mercado de baterias
Comece seu Dia

Governo reduz amarras para exportação de lítio, de olho em mercado de baterias

epbr
6 de julho de 2022
ANP vai obrigar produtores e distribuidoras a aumentar os estoques de diesel S10, em razão da guerra na Ucrânia e da temporada de furacões. Na imagem, terminal Madre de Deus, da Transpetro
Combustíveis

ANP quer obrigar grandes empresas a aumentar estoques de diesel, para evitar desabastecimento

epbr
30 de junho de 2022
A menos de 100 dias da eleição, preços batem recorde e governo aposta na PEC dos Combustíveis
Comece seu Dia

A menos de 100 dias da eleição, preços batem recorde e governo aposta na PEC dos Combustíveis

epbr
27 de junho de 2022
Short haul: tarifa de transporte de gás de como ferramenta para transição
Colunas e opinião

A tarifa de transporte de gás natural de curta distância como ferramenta para transição do Novo Mercado de Gás

Opinião
27 de junho de 2022 - Atualizado em 1 de julho de 2022
Mais
Próximo
Oito desafios para Moreira Franco no Ministério de Minas e Energia

Oito desafios para Moreira Franco no Ministério de Minas e Energia

Por favor, faça login para participar da discussão

mais lidas

  • poluindo-mais-para-poluir-menos-eletrificacao-parte-1-baterias

    Eletrificação: poluindo mais para poluir menos

    228 compartilhamentos
    Compartilhar 91 Tweet 57
  • Governo reduz amarras para exportação de lítio, de olho em mercado de baterias

    138 compartilhamentos
    Compartilhar 55 Tweet 35
  • Europa avança com “carimbo verde” para gás e nuclear; críticos acusam greenwashing

    128 compartilhamentos
    Compartilhar 51 Tweet 32
  • Terminal de GNL de SC atrasa e indefinição sobre supridor preocupa indústria local

    183 compartilhamentos
    Compartilhar 73 Tweet 46
  • Os planos da Vibra, Raízen e Ipiranga para aumentar a rede de eletropostos

    212 compartilhamentos
    Compartilhar 85 Tweet 53
agência epbr

© 2020 agência epbr

Mapa do site

  • Quem somos
  • Capa
  • Últimas
  • Colunas e opinião
  • Newsletter
  • Política energética
  • Mercado de gás
  • Petróleo e gás
  • Combustíveis
  • Mercado offshore
  • Transição energética
  • Setor elétrico

Nossas redes

Sem resultados
Veja todos os resultados
  • Newsletter
    • Comece seu Dia
    • Diálogos da Transição
  • Política energética
  • Mercado de gás
  • Transição energética
    • Diálogos da Transição
  • Mercados
    • Petróleo e gás
    • Combustíveis
    • Setor elétrico
    • Biocombustíveis
  • Últimas
  • Lives

© 2020 agência epbr