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Seis projetos subsea que podem ser contratados em 2018

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A retomada das contratações de FPSOs e a assinatura dos contratos das áreas unitizáveis do 2o leilão do pré-sal, que deve acontecer dia 31 de janeiro no Palácio do Planalto, podem colocar na rua a demanda para equipamentos submarinos. 

Depois quase três anos, a Petrobras voltou a contratar FPSOs e fechou no fim do ano passado contrato para o afretamento dos FPSOs Sépia e Mero com a Modec. A assinatura dos contratos das áreas unitizáveis de Carcará e Gato do Mato, operadas por Statoil e Shell, respectivamente, também podem abrir demanda de equipamentos e unidades de produção.

Veja abaixo um panorama do que está no radar dos fornecedores:

Mero 1 SURF, Mero 1 Umbilicais e Mero 2 SPS

O consórcio Libra contratou no fim do ano passado com a Modec a primeira plataforma para um sistema definitivo do campo de Mero, primeiro da partilha da produção, na Bacia de Santos. A unidade será construída pela Modec.

Agora, o mercado aguarda a contratação do pacote de Surf (Subsea, Umbilicals, Risers and Flowlines) e dos umbilicais para o primeiro FPSO do projeto. Também está no radar o Subsea Production System (SPS) para a segunda unidade de produção de Mero, que deve ser contratada este ano.

Marlim Manifolds 

A Petrobras vai afretar dois novos FPSOs para o projeto de revitalização do campo de Marlim, em águas profundas da Bacia de Campos. A expectativa é que a empresa lance ainda este ano licitação para contratação dos manifolds que serão utilizados no projeto. Os sistemas de coleta e injeção dos campos de Marlim e Voador serão compostos de dutos flexíveis, árvores de natal e manifols submarinos.

Os manifolds de produção serão interligados aos FPSOs pelos seguintes dutos: dutos de produção, de teste de produção, gas lift e teste de gas lift e umbilical eletro-hidráulico. Já os manifolds de injeção de água serão interligados às plataformas por: dutos de injeção de água e umbilical eletro-hidráulico. O comprimento total de dutos flexíveis e umbilicais a serem lançados é de aproximadamente 1000 km. 

Statoil Carcará

O consórcio Statoil, Petrogal e ExxonMobil deve assinar com a União contrato de partilha de produção da área unitizável de Norte de Carcará, que será operada pela Statoil, em 31 de janeiro. A área será unitizada com o campo que será declarado comercial a partir da descoberta de Carcará, que está no bloco exploratório BM-S-8, na Bacia de Santos.

A empresa ainda vai testar os reservatórios da área este ano com a perfuração de pelo menos um poço e a realização de um teste de formação. O mercado, contudo, já aguarda a licitação para o subsea do projeto, que ainda não tem data oficialmente lançada pela Statoil para iniciar produção.

Gato do Mato

Outro projeto privado no radar dos fornecedores é a descoberta de Gato do Mato, feita pelo consórcio Shell e Total na área do bloco BM-S-54, na Bacia de Santos. Assim como a área de Carcará, o projeto depende da sua unitização para caminhar. Está inclusive com seu contrato suspenso pela ANP.

O presidente da petroleira no Brasil, André Araújo, afirmou recentemente que a empresa pretende inciar em 2019 a perfuração de poços na área de Sul de Gato do Mato, arrematada no 2o leilão do pré-sal, realizada em outubro do ano passado. A Shell ainda não declarou oficialmente a previsão de produção para o projeto. 

Drill Pipe Risers

A Petrobras lançou recentemente licitação para contratar dril pipe rises para campos do pré-sal operados pela empresa. A concorrência prevê sistemas com capacidade para suportar pressões de até 5 mil psi, em até 2 mil m de lâmina d’água.

Drill Pipe Risers – Pré-sal

O mercado aguada para março o lançamento de uma licitação para a contratação de dril pipe rises para os campos operados pela Petrobras no pré-sal brasileiro. Essa concorrência é esperada pela indústria fornecedora de equipamentos subsea desde meados do ano passado.

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