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Novo diretor toma posse na Petrobras


Rafael Mendes Gomes assume nesta segunda-feira a diretoria de Governança e Conformidade da Petrobras. Ele substitui João Elek Junior, que deixou a empresa na última sexta-feira. O que faz o diretor de Compliance da Petrobras?: https://goo.gl/KA2yKU

. O presidente do IBP, José Firmo, se reúne nesta segunda-feira com o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, para discutir temas da indústria que são primordiais para os próximos leilões de petróleo. A ANP realiza ainda em 2018 pelo menos mais dois leilões para a partilha da produção de áreas no pré-sal, um em 7 de junho e outro em 28 de setembro. 

. A Petrobras recebeu do Ibama a renovação da licença de operação do FPSO P-43, que produz no campo de Barracuda, na Bacia de Campos. Agora, a unidade está liberada para produzir até maio de 2023. 

As empresas de ônibus, responsáveis por 86,3% do deslocamento da população nas cidades brasileiras, afirmam ter registrado este ano, de janeiro a maio, prejuízo de R$ 1 bilhão devido ao aumento médio de 11% no preço do óleo diesel nos cinco primeiros meses do ano.

As ações da Petrobras acumulam alta superior a 60% no ano, graças à valorização do petróleo no mercado externo e aos efeitos da reestruturação da empresa. Este mês, a estatal voltou a superar a Ambev em valor de mercado. A perspectiva para os papéis ainda é positiva, mas especialistas alertam que esse é um investimento de médio e longo prazos, já que as eleições levarão volatilidade ao mercado.

próximo presidente da Venezuela terá de administrar uma situação fiscal explosiva. O déficit público do país é um dos maiores do mundo, como percentual do PIB. Além disso, a Venezuela está sem fontes de financiamento, interno ou externo. A alta do petróleo, que na semana passada chegou a US$ 80 por barril, poderia dar um alívio, mas a produção venezuelana está em queda livre. 

O chileno Mario Ruiz-Tagle, presidente da Neoenergia, decidiu quebrar o silêncio na semana decisiva para a disputa pelo controle da Eletropaulo e fazer uma crítica ferrenha à forte participação de estatais estrangeiras no setor de energia no Brasil. “Meus competidores correm com doping. Estados não têm o mesmo racional econômico que companhias privadas e quem paga por isso é sempre o consumidor, o cidadão”, disse ele em entrevista ao Valor. 

Em um movimento inédito, o Ministério de Minas e Energia, comandado por Moreira Franco (MDB-RJ), pediu ao Ministério da Defesa que se manifeste sobre a possibilidade de autorizar que uma obra atravesse uma terra indígena sem o consentimento dos índios. A consulta do MME foi confirmada pela Defesa.

De modo geral, a criação das estatais é meritória, mas resolvido o problema para as quais foram criadas elas continuam a existir, mesmo quando sua missão original foi cumprida e deveriam passar para a iniciativa privada. O governo Fernando Henrique Cardoso tentou resolver o problema com a privatização parcial da empresa de distribuição de eletricidade. Não há nenhuma justificativa para mantê-las como empresas estatais, já que são empresas comerciais que apenas compram e vendem eletricidade.




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