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IBP e Chevron querem mais prazo exploratório nos leilões do pré-sal

O IBP e a Chevron querem que a ANP aumente em 1 ano o prazo exploratório para as áreas que serão ofertadas no 2o e 3o leilões do pré-sal. Os pedidos fazem parte das contribuições enviadas à ANP na consulta pública sobre os pré-editais e as minutas dos contrato para as duas concorrências, que acontece em 27 de outubro.

A audiência pública para discutir as contribuições enviadas será realizada nesta terça-feira (25/7), no Rio de Janeiro. O evento ocorrerá no Hotel Windsor Flórida – 10º andar – salão New York – Rua Ferreira Viana, 81 – Flamengo. O credenciamento terá início às 8h e o início das atividades será às 9h.

A proposta do IBP e da Chevron é que para a área unitizável de Norte de Carcará o prazo exploratório seja ampliado de três para quatro anos. Para as áreas do 3o leilão – Pau Brasil, Peroba, Alto de Cabo Frio Oeste e Alto de Cabo Frio Central – o prazo exploratório seria ampliado para sete anos.

“Há que se considerar que a despeito de já haver descoberta, o licitante vencedor necessitará de maior tempo para realizar seus estudos internos, além do licenciamento ambiental para a realização das atividades exploratórias”, diz a proposta encaminhada pela Chevron.

A Barra Energia, que depois da saída da QGEP pode ser a única sócia da Statoil no projeto de Carcará, requer que a agência reduza em um ano o prazo exploratório para o projeto. Pretende antecipar a produção.

“A Barra Energia entende que dois anos são mais do que suficientes para a execução PEM, e que esta modificação assegura uma redução de pelo menos um ano na data do início da produção, o que é do interesse do país, do regulador e dos próprios investidores”, diz a empresa.

A ANP recebeu ao todo 474 contribuições para os pré-editais e as minutas dos contratos dos dois leilões. O IBP foi o que mais contribuiu, com ao todo 233 sugestões. A Exxon foi a empresa que mais contribuiu individualmente, com 121 sugestões.

Editor-Chefe da Agência E&P Brasil

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