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Arrecadação de participação especial quase quadriplica

A mesmo tímida recuperação dos preços do petróleo já tem impactado positivamente o caixa da União, estados e municípios. No primeiro trimestre de 2017, a arrecadação de participação especial, paga pelos campos com grandes volumes de produção,  passou de R$ 1,12 bilhão (1T16) para R$ 4,10 bilhões (1T17).

A União ficou R$ 2,05 bilhões do volume total arrecadado, sendo a grande maioria dos recursos destinados ao Fundo Social, que levou R$ 1,62 bilhões nos três primeiros meses do ano. Os ministérios de Minas e Energia e Meio Ambiente ficaram com R$ 339,3 milhões e R$ 84,8 milhões, respectivamente.
 
O estado do Rio de Janeiro, que enfrenta a maior crise financeira do sua história, saltou de uma arrecadação de R$ 296,5 milhões nos três primeiros meses de 2016 para R$ 1,2 bilhão, em igual período de 2017. São Paulo é o segundo estado com a maior arrecadação de participação especial, com R$ 238 milhões recebidos em 9 de maio.

Atualmente, 23 municípios recebem participação especial pela produção de petróleo e gás  no país. Niterói e Maricá, na região metropolitana do Rio de Janeiro, foram as cidades que tiveram a maior arrecadação no primeiro trimestre do ano, ficando com R$ 101 milhões e R$ 115 milhões, respectivamente.

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